<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627</id><updated>2012-02-17T01:20:37.418-02:00</updated><category term='show'/><category term='Belle and Sebastian'/><category term='Pink Floyd'/><category term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category term='Música'/><category term='Carissa&apos;s Wierd'/><category term='Lars Von Trier'/><category term='Doves'/><category term='Radiohead'/><category term='Cinema'/><category term='Barra'/><category term='Listas'/><category term='Teatro'/><category term='Patti Smith'/><category term='histórico'/><category term='Modest Mouse'/><category term='psicanálise'/><category term='Tom Waits'/><category term='Metallica'/><category term='Divulgação'/><category term='Silversun Pickups'/><category term='Explosions in the Sky'/><category term='feminilidade'/><category term='The National'/><title type='text'>Drugstore Bukowski</title><subtitle type='html'>Música, literatura, cinema, teatro, artes e cultura em geral a partir das incursões e viagens do autor. Submerso no espaço cultural, tresloucado na linha imaginária do tempo</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-6088227050115480521</id><published>2011-12-20T15:02:00.000-02:00</published><updated>2011-12-28T13:39:48.661-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicanálise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lars Von Trier'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: "Melancholia" (2011)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1DbaPUSCP_o/TvCvNCiPf-I/AAAAAAAAAN4/MbzoGpey_qA/s1600/melancolia.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="136" src="http://1.bp.blogspot.com/-1DbaPUSCP_o/TvCvNCiPf-I/AAAAAAAAAN4/MbzoGpey_qA/s200/melancolia.jpeg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é todo dia que temos a chance de depararmos com uma obra de arte - aquela no sentido clássico de algo a ser contemplado, repleta de sentidos e significados. Ainda mais nos tempos atuais em que presenciamos cada vez mais uma banalização e empobrecimento da indústria cultural. Vivemos um paradoxo de contar, por um lado, com um excesso de informação e acesso à ela, e, ao mesmo tempo, pouco tempo ou paciência para reflexão e dedicação às coisas belas, profundas e difíceis da vida.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São as "consequências da modernidade" como Anthony Giddens havia apontado. O capitalismo e mais precisamente a sociedade da informação nos conduziu ao estado atual em que a velocidade, simplicidade, praticidade e principalmente, a superficialidade nos tornou prisioneiros de uma temporalidade louca, que não comporta outros ritmos e variações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Toda essa introdução teórica e filosófica para falar do último filme de Lars Von Trier, diretor que já nos brindou com obras de arte modernas (sim, nada desse papo pós-moderno!) como Dançando no Escuro (2000) e Dogville (2003), e agora nos presenteia com um filme lindíssimo que conjuga drama psicológico com&amp;nbsp; catástrofe natural.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta combinação não é nada simples. Envolve diversos discursos e linhas de condução narrativa-visuais complexas, que tornam o filme de difícil assimilação para a maior parte do público. Quem vai atrás de uma tragédia catastrófica hollywoodiana, nos moldes de "Fim dos Dias" ou "Independence Day "com certeza se decepcionará, pois o filme passa longe desses filmes-clichê, carregados de sensacionalismo e sentimentos comuns.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lULSVbVLqDE/TvC9YGpLc7I/AAAAAAAAAOA/rl1HCV3l_GM/s1600/photo-melancholia-2011-5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="121" src="http://1.bp.blogspot.com/-lULSVbVLqDE/TvC9YGpLc7I/AAAAAAAAAOA/rl1HCV3l_GM/s200/photo-melancholia-2011-5.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme de divide em duas partes, sendo que a segunda confere sentido à primeira e conserva certa independência, poderia ser um capítulo à parte - ao contrário da primeira parte que força o espectador a segurar sua onda e esperar pela segunda parte. E ai já nos confrontamos com um exercício de lidar com uma outra temporalidade, recurso do diretor que foi compreendido por poucos. Os dez primeiros minutos nos conduzem a cenas belíssimas em uma câmera mais que lenta, como fotografias que vagarosamente pequenas partes se movem. Assim você é conduzido à uma experiência inversa ao que vem sendo feito no cinema atual: filmes carregados de cenas rápidas com ação e narrativas idem. Para àqueles que conseguem se desligar da temporalidade contemporânea por alguns minutos e embarcar nesta viagem visual e sonora (com a abertura da ópera Tristão e Isolda de Richard Wagner) será algo magnífico e que te dará pistas do que está por vir - e que não é nenhuma surpresa, pois o fim já nos é dado de início. E o resto é pura viagem, somente para aqueles que toparem embarcar numa profusão de sentimentos de dor, angústia e desalento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Fica difícil realmente juntar os simbolismos visuais com toda a filosofia e psicologia por trás do enredo, mas não custa tentar. Além do ritmo lento que nos leva à uma experiência subjetiva semelhante à depressão¹&amp;nbsp; (e que eu chamei antes de uma vivência de outra temporalidade), há diversas aproximações com o tema. A primeira parte é focada na personagem Justine (interpretada por Kirsten Dunst, em sua mais memorável interpretação) que está se casando e faz de tudo para poder realmente vivenciar essa passagem. Mas o tempo todo ela "escapa" do que está acontecendo. Ora visivelmente triste, ora esquivando-se de todos os rituais cerimoniais, o que fica claro é que ela não consegue encaixar-se no modo "normal" de conduzir a vida: estar se casando com o amor de sua vida, frente à toda sociedade que assiste e espera que o casal tenha filhos e sejam "felizes para sempre"! Há um misto de medo, insegurança mas principalmente um sentimento de não-pertencimento (tipo, "o que estou fazendo aqui" ou&amp;nbsp; "é isso que realmente escolhi para minha vida?").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OCKIGmxQOBU/TvDBz4L5RdI/AAAAAAAAAOQ/lg6-UP9Uzrk/s1600/Kirsten-Dunst-in-Melancholia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="73" src="http://4.bp.blogspot.com/-OCKIGmxQOBU/TvDBz4L5RdI/AAAAAAAAAOQ/lg6-UP9Uzrk/s200/Kirsten-Dunst-in-Melancholia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Essa primeira parte é incomôda. Nos vemos um pouco ali, naqueles absurdos da vida cotidiana, naquela cena que também já intepretamos algumas vezes no teatro da vida real. Cenas muitas vezes "forçadas", que vivenciamos as vezes apenas para fazer parte do &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;, desse &lt;i&gt;modus operandi&lt;/i&gt; como diria Bourdieu. É assim que a personagem melancólica Justine sente-se: querendo estar vivenciando tudo aquilo ali. Além de que nessas passagens que causam constrangimento até para o espectador o diretor faz questão de destilar sua ironia através dos personagens da irmã da noiva e seu marido que foram "os" responsáveis por toda a festa e que justamente representam o ideal de família feliz e bem sucedida, tanto economicamente quanto afetivamente (pelo menos é o que se supõe até a primeira metade do filme).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A metáfora do planeta &lt;i&gt;Melancholia&lt;/i&gt; se aproximando da Terra pode levar à diversas interpretações. Vejo por um lado a personagem Justine se esforçando para superar sua depressão e ajustar sua personalidade melancólica ao ritmo e modo de vida modernos enquanto a sombra da melancolia se aproxima novamente. Por outro lado, a forma como ela aceita tranquilamente a catástrofe iminente, enquanto sua obsessiva irmã entra em pânico, demonstra que para o depressivo o terror externo não é nada perto de sua dor psicológica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O confronto com o fim, com a nossa maior limitação, é algo racionalmente postergado e evitado pela maior parte dos neuróticos. Já para o depressivo o contato com a morte se tornou comum e até desejado. Se para Justine a dor do existir já era imaginariamente uma constante, para Claire (sua irmã), somente a iminência da morte pode realmente confrontá-la com esta terrível e, por que não, bela experiência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ficha Técnica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ODzIfBFpi7A/TvC-BI8UV0I/AAAAAAAAAOI/XLcRw9jZF1I/s1600/MV5BMTk4NjM0MjI3MV5BMl5BanBnXkFtZTcwNjcxMDYzNg%2540%2540._V1._SY317_.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-ODzIfBFpi7A/TvC-BI8UV0I/AAAAAAAAAOI/XLcRw9jZF1I/s200/MV5BMTk4NjM0MjI3MV5BMl5BanBnXkFtZTcwNjcxMDYzNg%2540%2540._V1._SY317_.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; Lars von Trier&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg, Kiefer Sutherland, Charlotte Rampling, John Hurt, Alexander Skarsgård, Brady Corbet,      Stellan Skarsgård&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;Roteiro:&lt;/b&gt; Lars von Trier&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;Fotografia:&lt;/b&gt; Manuel Alberto Claro&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 136 min.&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2011&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;b&gt;País:&lt;/b&gt; Alemanha/ Dinamarca/ França/ Itália/ Suécia&lt;/div&gt;&lt;div class="pequena4 texto nop"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Para quem gosta de:&lt;/b&gt; drama psicológico, viagem filosófica, cinema alternativo, psicanálise.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pontos Altos:&lt;/b&gt; fotografia, enredo, interpretação das atrizes, experiência subjetiva. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pontos Baixos&lt;/b&gt;: n/d&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Avaliação Drugstore Bukowski:&lt;/b&gt; 9,5. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;¹ &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Não irei entrar aqui na discussão sobre os conceitos e diferenças psicopatológicas entre melancolia e depressão, mas acredito que o filme aborda a questão da depressão em vários de seus aspectos, sendo que o termo "melancholia" pode ser interpretado hoje como "depressão" no sentido que é abordado no filme, porém historicamente e pelo viés psicanalítico há muitas diferenças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-6088227050115480521?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/6088227050115480521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/12/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/6088227050115480521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/6088227050115480521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/12/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html' title='Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: &quot;Melancholia&quot; (2011)'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1DbaPUSCP_o/TvCvNCiPf-I/AAAAAAAAAN4/MbzoGpey_qA/s72-c/melancolia.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-3689732600725037028</id><published>2011-10-05T20:36:00.002-03:00</published><updated>2011-10-05T21:02:46.593-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='The National'/><title type='text'>Drugstore Bukowski Recomenda: [Música] "High Violet" (2010)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AuBTsedcjxo/ToznoX1iDHI/AAAAAAAAANY/o-yS2h7s5kc/s1600/The+National+-++High+Violet.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="141" src="http://4.bp.blogspot.com/-AuBTsedcjxo/ToznoX1iDHI/AAAAAAAAANY/o-yS2h7s5kc/s200/The+National+-++High+Violet.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se houvesse uma palavra para definir o som do The National,esta seria “elegante”. Termo que já vi associado à obra de David Bowie, LeonardCohen e até Dire Straits. Alguns mais pelo estilo de vida, outros pelasonoridade mesmo. Com certeza a elegância da banda tem a ver com o som. O vocalbarítono, os arranjos ora minimalistas, ora sinfonônicos. Tudo ali parece seencaixar perfeitamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A primeira “ouvida” pode trazer a impressão de que o estilodeles é meio repetitivo. Mas é só a primeira impressão. A cada audição novoselementos parecem surgir e ganhar destaque.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Conheço três albuns da banda: “Alligator” (2005), “Boxer”(2007) e “High Violet” (2010). Fui fissurado pelo primeiro da lista, maisrápido e talvez mais “rock”. Porém este ano insisti em ouvir o “Boxer” esurpreendi-me. Gosto muito, de tempos em tempos, de voltar à minha coleção e darmais uma chance à algum álbum que, na época em que o ouvi, eu nãoapreciado completamente. Não que eu não tenha gostado de “Boxer”, mas eu esperava umasonoridade próxima de “Alligator”, disco que me fascinou de cara. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Boxer” traz um som mais maduro e elaborado, para ser ouvidoem cada detalhe. E “High Violet” parece dar um passo adiante nessa direção.Arranjos belíssimos, o vocal perfeitamente encorpado, e embora contido, passaemoção e sinceridade. É simplesmente uma delícia este disco! Sei que o estadosubjetivo de cada um ao ouvir determinado som varia muito, mas no meu caso, “High Violet” vem de encontroà transição de um inverno frio, solitário e úmido para uma primavera que eu esperoagradável, seca e cercada de boas companhias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os arranjos vão se construindo aos poucos, com pianos ediversos outros elementos. Já a bateria é um caso a parte: como é bom o baterado The National! Não é simples acompanhamento, ela dita todo o andamento damúsica, tendo uma evolução que quase sempre acaba magistralmente. No geral ascanções crescem até uma “explosão”, e nisso a bateria tem um papel fundamental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Enfim, quer compreender melhor esta banda? Sente-seconfortavelmente num sofá, coloque fones de ouvido, sirva-se de um bom conhaque eaproveite o finalzinho deste inverno com a expectativa de dias de sol e floresno ar!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CoV5CD51_BQ/ToznruSr5eI/AAAAAAAAANc/RxaydAFu130/s1600/National-High-Violet-Front-Cover-39844.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-CoV5CD51_BQ/ToznruSr5eI/AAAAAAAAANc/RxaydAFu130/s200/National-High-Violet-Front-Cover-39844.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1c1c1c; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;The National –&amp;nbsp;"High Violet"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estilo:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Alternativo, Indie, Pop Chamber&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Ano:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;2010&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;País:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;EUA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Para quem gosta de:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;David Bowie, Arcade Fire, Tindersticks&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Pontos Altos:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;“Bloodbuzz Ohio”, "Runnaway", "Little Faith".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Pontos Baixos:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;nenhum&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Avaliação:&lt;/b&gt; 9,0&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-3689732600725037028?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/3689732600725037028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/10/drugstore-bukowski-recomenda-musica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/3689732600725037028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/3689732600725037028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/10/drugstore-bukowski-recomenda-musica.html' title='Drugstore Bukowski Recomenda: [Música] &quot;High Violet&quot; (2010)'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-AuBTsedcjxo/ToznoX1iDHI/AAAAAAAAANY/o-yS2h7s5kc/s72-c/The+National+-++High+Violet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-6117094172753390922</id><published>2011-06-28T14:09:00.001-03:00</published><updated>2011-06-28T14:10:47.141-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicanálise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: "Intimacy" (2001)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/FILMES/12400/12419/fotocena1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.interfilmes.com/FILMES/12400/12419/fotocena1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há algum tempo atrás escrevi no outro&amp;nbsp;&lt;a href="http://contosneuroticos.blogspot.com/"&gt;blog&lt;/a&gt;&amp;nbsp;sobre o&amp;nbsp;&lt;a href="http://contosneuroticos.blogspot.com/2011/05/desapego.html"&gt;&lt;i&gt;desapego&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- ou seu oposto, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;apego&lt;/i&gt;&amp;nbsp;- que os seres humanos criam por pessoas, coisas, idéias, etc. Este filme do francês&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0161717/"&gt;Patrice Chéareau&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(de "A Rainha Margot") teria a ver com o tema, mais precisamente o filme trataria da questão do&amp;nbsp;&lt;i&gt;vínculo&lt;/i&gt;, assunto tão importante para a Psicologia e mais especificamente para a Psicanálise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme gira em torno de dois personagens (Jay e Claire) que se encontram no apartamento do rapaz afim apenas de sexo - algo que lembra de longe, guardadas as devidas proporções, "O Último Tango em Paris", porém no cenário contemporâneo. A história não revela como se iniciou este peculiar "relacionamento" - se é que podemos chamá-lo assim. E é justamente este questionamento que Jay traz no decorrer do filme: isto é um relacionamento? Quem é esta mulher que vem aqui apenas para transar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Formalmente, no horário pré-estabelecido, Claire chega ao apartamento. Sem trocar uma palavra, partem para o ato sexual. Terminado, vestem-se as roupas e ela sai. Esta forma maniqueísta de transar deixa Jay encomodado. Passa a persegui-la e descobre coisas sobre sua vida. Chega a "criar" uma falsa-amizade com o marido de Claire. É ai que cada vez mais esta peculiar relação vai se dissolvendo, ao passo que Jay se envolve com a suposta vida de Claire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ai entra a questão do vínculo. É possível dois seres humanos se relacionarem sem criar um vínculo? Seja este sexual, social, psicológico ou imaginário? Na minha opinião não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por mais que Claire negasse de todas as formas alguma vinculação com Jay, em seu imaginário ele ocupava algum lugar, algo que fizesse com que ela voltasse toda semana para transar com ele. Ela poderia procurar outros homens (e talvez tivesse mesmo, o filme deixa em aberto), mas sempre voltava a encontrá-lo. Poderia ser por comodismo - por saber ser seguro e por ele concordar (pelo menos até um momento) no "contrato" estabelecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Querendo ou não cada um ocupava um lugar imaginário na vida do outro - cumpriam alguma função. Só que para Jay era necessário "pular" mais um degrau na relação. É como se fosse o circuito atual &lt;i&gt;ficar-transar-ficante-namoro&lt;/i&gt;... Uma hora um dos dois envolvidos vai querer avançar um passo. E a cada passo dado, aumenta-se o grau de vinculação, de intimidade. Afinal é de intimidade que o filme trata (como no próprio título), e para Jay algo de muito estranho acontecia que ele conhecia a intimidade daquela mulher. Nada. Este paradoxo - o que poderia ser considerado há algum tempo como o máximo de intimidade de um casal, a relação "carnal", hoje pode ser a mais superficial de todas as formas de se relacionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este paradoxo da atualidade dá um nó na cabeça de todos(as). A buscar por apenas prazeres momentâneos traz sim satisfação. Mas uma hora ou outra, nos vemos novamente confrontados com um vazio, uma ausência de sentido. O corpo parece não apenas necessitar de sensações e satisfações. Precisa de verbo, incorporar o outro enquanto significante também. Muitos tentam fugir desta verdade incoveniente, que nos faz se envolver, se perder, procurar algo mais no outro. O caminho só, narcisista e egoísta, se esgota. É preciso encontrar satisfação num outro, seja de afeto, proteção ou apego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez para Claire fosse apenas fuga, e justamente deste vínculo e apego que seu marido parecia demandar. Mas Jay não tinha ninguém - aliás, já teve. Saiu de casa, abandonando esposa e dois filhos sem compreender direito. E nesta fuga se deparou com Claire. E fugindo de um vínculo acabou se perdendo em um outro...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme tecnicamente não tem nada demais, bem simples, assim como as atuações são bem comedidas, com destaque para Mark Rylance como Jay. A trilha sonora de rock (muito boa por sinal) ajuda muito bem no clima.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/FILMES/12400/12419/fotocena2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://www.interfilmes.com/FILMES/12400/12419/fotocena2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Ficha Técnica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Título no Brasil:&amp;nbsp; Intimidade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Título Original:&amp;nbsp; Intimacy&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;País de Origem:&amp;nbsp; França / Reino Unido / Alemanha / Espanha&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gênero:&amp;nbsp; Drama&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tempo de Duração:&amp;nbsp;113 minutos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ano de Lançamento:&amp;nbsp; 2001&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Direção:&amp;nbsp;&amp;nbsp;Patrice Chéreau&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Elenco:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Mark%20Rylance.html"&gt;Mark Rylance&lt;/a&gt;&amp;nbsp;... Jay;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Kerry%20Fox.html"&gt;Kerry Fox&lt;/a&gt;&amp;nbsp;... Claire&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem gosta de: temas psicanalíticos, cinema alternativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pontos Altos: trilha sonora, tema, diálogos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pontos Baixos: n/d&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Avaliação Drugstore Bukowski: 8,5.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Trailer&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/RxRMDE1RToc/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RxRMDE1RToc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/RxRMDE1RToc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-6117094172753390922?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/6117094172753390922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/06/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/6117094172753390922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/6117094172753390922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/06/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html' title='Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: &quot;Intimacy&quot; (2001)'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-9076026398965225830</id><published>2011-04-19T11:46:00.001-03:00</published><updated>2011-04-27T11:08:26.357-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Explosions in the Sky'/><title type='text'>Drugostore Bukowski Recomenda [Música]: Explosions in the Sky – [2011] Take care, take care, take care</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O E.I.T.S. é uma banda de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Post-rock"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;post-rock&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt; americana. Esta nomenclatura refere-se a bandas fundamentalmente experimentais, mesclando outros estilos ao rock, como as diversas vertentes do jazz, e geralmente instrumentais – poucas se utilizam de vocais (o Sigur Ròs, por exemplo). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Muito do estilo sonoro do Explosions pode ser conhecido a partir do próprio nome da banda “explosões no céu”. Eu classificaria a experiência de ouvi-los como uma “viagem” subjetiva. Apague as luzes, deite-se confortavelmente e ligue os headphones. A viagem vai começar. Sons suaves, que começam baixos e vão aos poucos crescendo. Um ou outro instrumento vai surgindo e se acrescentando aos demais. De repente: explosões! Diversas guitarras, uma bateria ensurdecedora e infinitos outros sons se mesclam e tornam a travessia agitada. Novamente calmaria. E assim vai. Você vai se deixando levar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Esta&amp;nbsp;característica de fazer músicas que iniciam calmas, se tornam rápidas ou agitadas e depois novamente calmas (o que não é novidade no rock, como por exemplo o Queen com &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fJ9rUzIMcZQ"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;“Bohemian Rhapsody”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;, ou o Pink Floyd com &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=r3R2PgMiTvw"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;“Careful with that Axe Eugene”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;) e que bandas como Pixies e Nirvana executaram tão bem, é também um traço forte no Explosions e neste disco especialmente, eles chegam a maestria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Desde o primeiro disco (How Strange, Inocence, de 2000) o som deles não mudou muito. Porém parece ter se aperfeiçoado. O que chama a atenção neste novo álbum é a coesão entre as faixas. A sequencia das músicas, as emoções que parecem provocar, tudo parece ter sido milimetricamente pensado para ser dessa forma. Algo que talvez os outros albuns do grupo não tivessem conseguido ainda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Cada faixa parece te deslocar para um lugar imaginário diferente, com sensações diversas. Difícil descrever, por isso qualifiquei como uma viagem subjetiva: cada um terá impressões&amp;nbsp;únicas. A faixa inicial (“Last Known Surroundings”)&amp;nbsp;prepara o ouvinte&amp;nbsp;para o que&amp;nbsp;irá encontrar pela frente - diversas&amp;nbsp;belas harmonias. A seguinte (“Human Qualities”) é calma e cadenciada, terminando com uma “explosão” arrasadora. A terceira faixa, “Trembling Hands”, parece destoar um pouco do conjunto mas é só impressão inicial, pois é curta e mais agitada. Já a quarta faixa “Be Confortable, Creature” lembrou-me uma sinfonia, cheia de nuances e detalhes que vão se modificando, tornando uma das melhores do disco. A viagem continua, surpreendendo nas duas últimas faixas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Um album formidável, mais acessível que os anteriores, talvez pela coesão que citei anteriormente, talvez por estar mais fácil realmente de ouvi-los, porém não mais do que perfeito. Feche os olhos e mergulhe profundamente nesta odisséia sensitiva!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PtkBKjs7_lA/Ta2cPRt3X7I/AAAAAAAAALc/i1O2Y0vNWT8/s1600/artwork.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;img border="0" height="200" i8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-PtkBKjs7_lA/Ta2cPRt3X7I/AAAAAAAAALc/i1O2Y0vNWT8/s200/artwork.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;strong&gt;Explosions in the Sky –&amp;nbsp;"Take care, take care, take care"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estilo:&lt;/strong&gt; Post-rock, experimental, ambient.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;strong&gt;Ano:&lt;/strong&gt; 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;strong&gt;País:&lt;/strong&gt; EUA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;strong&gt;Para quem gosta de:&lt;/strong&gt; Mogwai, Godspeed You Black Emperor!, Bark Psychosis, viagens sonoras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;strong&gt;Pontos Altos:&lt;/strong&gt; “Be Confortable, Creature”, "Postcard from 1952".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;strong&gt;Pontos Baixos:&lt;/strong&gt; nenhum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-9076026398965225830?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/9076026398965225830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/04/drugostore-bukowski-recomenda-musica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/9076026398965225830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/9076026398965225830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2011/04/drugostore-bukowski-recomenda-musica.html' title='Drugostore Bukowski Recomenda [Música]: Explosions in the Sky – [2011] Take care, take care, take care'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PtkBKjs7_lA/Ta2cPRt3X7I/AAAAAAAAALc/i1O2Y0vNWT8/s72-c/artwork.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-7250337758874442304</id><published>2009-09-08T15:09:00.006-03:00</published><updated>2009-09-08T16:19:12.871-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Mixtape Contos Neuróticos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após alguns meses ausente aqui neste blog, resolvi postar alguma coisa. Há algum tempo eu estava afim de reunir uma coletânea de músicas e escolhi reunir as músicas que foram trilha sonora do outro &lt;a href="http://contosneuroticos.blogspot.com/"&gt;blog&lt;/a&gt;, e que ultimamente tenho postado somente nele. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estas músicas não foram trilhas sonoras aleatórias, e sim que fazem parte do contexto dos textos que publiquei por lá. Portanto trata-se de músicas que em grande parte inspiraram aqueles textos ou que de certo modo os completam. Passo agora a comentar faixa a faixa e depois deixo o link para download com as músicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;01. Pedro de Lion - &lt;i&gt;Of Up and Coming Monarchs &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;It's Hard to Find a Friend (2001)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para abrir a coletânea, Pedro the Lion, banda fantástica que conheci há pouco tempo e já ouvi muito. A voz gostosa e um pouco melancólica de David Bazan juntamente com letras introspectivas e violões acústicos faz uma sonoridade única. É para se ouvir em dia de chuva, com aquela doce sensação nostálgica, ou mesmo quando se está feliz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;02. Jorge Ben - &lt;i&gt;Que Pena &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Jorge Ben (1969)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o meu artista brasileiro preferido. É impressionante como a batida do samba-rock consegue tornar alegre temas tristes, como a letra dessa música que é super &lt;i&gt;up&lt;/i&gt;, mesmo falando de perda e nostalgia. Alegra corações tristes e faz refletir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;03. The Veils - &lt;i&gt;Lavinia &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Runaway Found (2004)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;The Veils me impressionou desde a primeira audição. Com um vocal meio rouco, meio distorcido e muito afinado, e que combina com suas melodias instrospectivas, a banda consegue passar uma energia incrível, mesmo em canções mais tristes como essa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;04. Yo La Tengo - &lt;i&gt;Pablo and Andrea &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Electro-o-pura (1995)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tenho muito o que falar do Yo La Tengo, simplesmente uma das bandas mais originais e perfeitas. &lt;i&gt;Pablo and Andrea&lt;/i&gt; contém quase todos os elementos essenciais da banda: arranjos de guitarra viajantes, o vocal suave e delicioso de Georgia Hubley (há ainda outro vocalista na banda, que em muitas músicas compartilha o vocal com Georgia) e muita melodia. Só faltou a distorção a la Sonic Youth que acompanha algumas músicas deles. Mas nem precisa. Perfeita do inicio ao fim!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;05. Carissa's Wierd - &lt;i&gt;They Only Miss You When You Leave &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Songs About Leaving (2002)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já publiquei algo sobre a banda aqui no &lt;a href="http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/10/profuso-de-sentimentos.html"&gt;blog&lt;/a&gt;. Melodia, vocais suaves. Melancolia, muita melancolia. Violinos e guitarras deliciosamente viajantes. Tem que estar bem para ouvir Carissa's Wierd. Ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;06. Radiohead - &lt;i&gt;Let Down &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Ok Computer (1997)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar o quê do Radiohead? Minha banda preferida. Este disco que é um tratado da pós-modernidade é sintetizado nesta bela canção: perdição, angústia, desilusão. A voz de Thom Yorke amargurada e doce ao mesmo tempo. Um arranjo de guitarras magnífico. Já me acompanhou muito por toda a vida, e continuará ainda por muito tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;07. Portishead - &lt;i&gt;We Carry On &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Third (2008)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis que o Portishead volta 10 anos depois com um disco incrível, e que muitos falaram tratar-se do mesmo som da década passada. Ledo engano. Esta canção demonstra como o Portishead não ficou parado no tempo nesse período e andou ouvindo muito Radiohead. Há poucas palavras para tentar descrever a sonoridade desta música: angústia, tensão, medo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;08. Nada Surf - &lt;i&gt;Your Legs Grow &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;The Weight is a Gift (2005)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mistura perfeita do melhor do &lt;i&gt;indie rock &lt;/i&gt;com o &lt;i&gt;pop&lt;/i&gt;, a banda nos brinda com mais uma pérola. Vocais e arranjos perfeitos. Para se ouvir nas mais diversas ocasiões. Aliás, este disco todo é perfeito, assim como o anterior &lt;i&gt;Let Go (2002)&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;09. Teenage Fanclub - &lt;i&gt;Alcoholiday &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Bandwagonesque (1991)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra banda que assim como o Nada Surf chega a perfeição ao aliar o &lt;i&gt;rock &lt;/i&gt;com as melodias simples e deliciosas do &lt;i&gt;pop&lt;/i&gt;. Esta faixa é um dos destaques deste album perfeito da banda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;10. Yann Tiersen &amp;amp; Shannon Wright - &lt;i&gt;Dried Sea &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;Yann Tiersen and Shannon Wright (2004)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele é um compositor e multiinstrumentista francês, responsável por dentre diversas coisas, da trilha sonora do filme &lt;i&gt;Amelie Poulain. &lt;/i&gt;Seu som minimalista se junta a fúria de Shannon Wright, que vem da tradição do &lt;i&gt;rock. &lt;/i&gt;Uma mistura inusitada que rendeu este petardo cheio de melodia e barulho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;11. Radiohead - &lt;i&gt;Street Spirit (Fade Out) &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;The Bends (1994)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra do Radiohead, só que do álbum anterior e igualmente perfeito &lt;i&gt;The Bends&lt;/i&gt;. Vocal inspiradíssimo, uma guitarra agoniante e mais uns efeitos de teclado. Perfeito clima de perdição. Quase tocou no show de São Paulo, foi substituída por não sei qual na última hora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;12. Damien Rice - &lt;i&gt;9 Crimes &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;9 (2006)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conheci o Damien Rice como muitos no Brasil: através do filme &lt;i&gt;Closer&lt;/i&gt;. A voz rouca e muito bem trabalhada, e sempre inspirada do cantor rende ótimos frutos (vide os &lt;i&gt;covers &lt;/i&gt;que o cantor faz). Nesta canção o piano dá a levada juntamente com a voz belíssima de sua comparsa Lisa Hannigan (ambos parece se completar). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;13. Travis - &lt;i&gt;Why Does it Always Rain on me &lt;/i&gt;[do album &lt;i&gt;The Man Who (1999)&lt;/i&gt;]&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha faixa preferida do meu disco preferido do Travis. Um arranjo de cordas perfeito, melodia lindissima e um título original que me intriga: &lt;i&gt;por que sempre chove em mim? &lt;/i&gt;Hino para aqueles que como eu acha que o mundo conspira contra você. É a faixa final, que simboliza muito o blgo &lt;i&gt;Contos Neuróticos Cotidianos&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que gostem da seleção. Fica aqui agora o link para baixar todas as músicas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/account/file/131168120/593abe5b/Mixtape_Contos_Neuroticos.html"&gt;Descarregar&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-7250337758874442304?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/7250337758874442304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/09/mixtape-contos-neuroticos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/7250337758874442304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/7250337758874442304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/09/mixtape-contos-neuroticos.html' title='Mixtape Contos Neuróticos'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-8930816091857184995</id><published>2009-04-22T09:47:00.009-03:00</published><updated>2009-04-22T10:51:40.537-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O que é uma mulher?</title><content type='html'>&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/Se8ezvZzZxI/AAAAAAAAAJo/Bu22WuYiKvg/s200/Naissance.des.pieuvres.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327510758449440530" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O que é uma mulher? Lembro-me até hoje de uma supervisão de clínica psicanalítica quando minha supervisora trouxe essa questão a respeito de uma paciente. Esta pergunta aparentemente inócua ficou martelando minha cabeça por muitos dias. "Mas que diabos esta mulher quer dizer com isso?" - pensava eu. O desdobramento disso era: o que é ser uma mulher? O que levava a próxima questão: o que deseja uma mulher? A partir daí começou a cair minha ficha. O que se passa dentro da cabeça de uma mulher? O que é experenciar a feminilidade? As questões foram se multiplicando e eu passei a pensar um pouco neste que é fundamental na histeria assim como atormenta as pobres mentes dos obssessivos homens.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Minha curiosidade foi saciada um pouco ontem, enquanto eu assistia ao filme "Lírios d'Água (Naissance des Pieuvres, França, 2007)". O filme trata de maneira belíssima (e breve, apenas 85 minutos de filme) o universo feminino adolescente de três garotas totalmente diferentes, porém &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;unidas pela questão central da descoberta sexual adolescente. Floriane é o estereótipo clássico da "gostosa" do colégio: tem o corpo mais desenvolvido, é desejada por todos os garotos e vista como uma "puta" pelas outras garotas; Anne é a gordinha desengonçada e divertida em busca de um lugar ao sol; Marie é franzina e instrospectiva, e a mais sensata - e é quem encaminha a narrativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/Se8fh_lOlsI/AAAAAAAAAJ4/p505KoyI3fw/s200/18764982xo3.jpg" style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 133px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327511553066309314" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Aparentemente pode parecer três personagens clichês-adolescentes, mas não são. A diretora estreante Céline Sciamma trata de um tema dificil e o conduz de maneira e xcelente. O primeiro mérito do filme é retratar um tema que parece tabu mesmo  nos dias atuais: a descoberta da sexualidade feminina, ainda mais adolescente. O desembaraço com o corpo, a curiosida de sexual, as experiências homossexuais tão características desta fase são naturalmente explicitadas, o que pode chocar alguns espectadores mais &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/merten/?title=lirios_d_agua_1&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;conservadores&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; em &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;algumas cenas - e são justamente estas cenas as melhores do filme, pois mostram sem pudor algum, acontecimentos que podem ser muito comuns ao universo adolescente feminino, porém que muitos preferem não saber (como uma iniciação sexual desagradável ou a passagem por uma fase homossexual). É o velho tema de mostrar aquilo que a maioria costuma guardar debaixo do tapete - e todo aquele que "ousa" revelar é tachado de apelativo, exagerado ou mesmo surreal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A adolescência como uma época em que tudo beira à incompreensão, é muito singular a forma como o tema da amizade feminina é tratada no filme. As personagens por mais que "lutem" por se entender o tempo todo, se unem quando percebem estar em um mesmo barco. Outro aspecto interessante é a ausência de adultos no filme. Eles não aparecem em momento algum - um recurso interessante que parece ter sido usado pela diretora para destacar a solidão que os adolescentes sentem nesta época. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/Se8fzAlVRKI/AAAAAAAAAKA/wRjFZG7axtE/s200/water-lilies-1.jpg" style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 200px; height: 85px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327511845392958626" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Parece que uma das poucas vantagens que o cinema atual poderia ter em relação a outras épocas é justamente ter a possibilidade de retratar temas que dificilmente seriam aceitos em outros momentos, e que mesmo hoje parecem encomodar ainda. Talvez tenham diversos filmes que trabalharam muito bem o universo feminino, até nas mãos de diretores consagrados, porém a ousadia, pureza e honestidade com que a direção tratou do tema valem o filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Além das questões "reflexivas" apontadas anteriormente há de se destacar a bela fotografia (muitas cenas na água, pois os personagens se interligam através da prática do nado sincronizado) e a trilha minimalista mas muito bem utilizada. As três jovens atrizes também são iniciantes e surpreendem pela ótima interação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/Se8cI6Oo03I/AAAAAAAAAJg/SRBH8ysYhKY/s200/lirios-dagua07.jpg" style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 128px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327507823597769586" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ficha Técnica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Título:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; Lírios d'Água (Naissance des Pieuvres, França, 2007)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Direção e Roteiro:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; Céline Sciamma&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; Paulien Acquart (Marie), Louise Blachère (Anne), Adele Haenel (Floriane), Warren Jacquin (François), Barbara Renard (Natacha)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Para quem gosta de:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; cinema europeu, temas dificeis (tabus)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;ontos Altos: r&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;oteiro, fotografia, atuação das atrizes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Pontos Baixos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; duração curta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Avaliação:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; 8,5&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Trailer:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  font-weight: normal; white-space: pre; font-family:Arial;font-size:10px;"&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j37fkVcetTc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/j37fkVcetTc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-8930816091857184995?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/8930816091857184995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/04/o-que-e-uma-mulher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/8930816091857184995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/8930816091857184995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/04/o-que-e-uma-mulher.html' title='O que é uma mulher?'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/Se8ezvZzZxI/AAAAAAAAAJo/Bu22WuYiKvg/s72-c/Naissance.des.pieuvres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-5035031934087258779</id><published>2009-03-25T12:29:00.021-03:00</published><updated>2009-04-15T21:24:08.317-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='histórico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Radiohead'/><title type='text'>Radiohead São Paulo 22 de Março de 2009</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZ4oZPs6uI/AAAAAAAAAJI/mA__v1Hqrz4/s1600-h/ingresso-radiohead-sao-paulo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 207px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZ4oZPs6uI/AAAAAAAAAJI/mA__v1Hqrz4/s320/ingresso-radiohead-sao-paulo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325076244779035362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esperei dois dias para tentar descrever um pouco do que foi o espetáculo que presenciei na Chácara do Joquei em São Paulo, no dia 22 de março de 2009. Até agora tenho a impressão de que aquela experiência não  acabou ainda (e não deve terminar tão logo!). Eu poderia escrever uma resenha com o intuito de ser mais objetivo o possivel (o que jornalistas tentam fazer o tempo todo) - mas como fã só posso contar minha experiência, assim como relacioná-la com uma parte de minha vida, o que deixaria mais clara a razão da importância deste show. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não gosto destas discussões acerca do Radiohead ser a "melhor banda do mundo", ou de sua importância para a música mundial. Radiohead é para mim "a banda" por que é a trilha sonora que me acompanha desde 1997 (pelo que me lembro). E ver este show significava finalmente o encontro com os "criadores" de boa parte dos sons que embalaram diversos fatos de minha vida, e ouvir algumas destas músicas foi simplesmente uma viagem no tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZsInMFL6I/AAAAAAAAAIA/fB7oTtczfqg/s320/ATgAAAA8xXBxSvpWtrK4x1uwRab5SCJ-ek017kfKAfgCONV6J-qN1OMWWhnkQrK0VwDTWuIybHM-9S4Ry9WQYdu-MsRuAJtU9VCRT753anLe8jZYd57QfOvExthnfQ.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325062504626597794" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos primeiros acordes de &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Karma Police&lt;/span&gt;, a sexta  música executada, as lágrimas surgiram ao  mesmo tempo que memórias do fim de minha adolescência passavam em flashes na minha cabeça. Todas as angústias, todas as incertezas de uma nova fase da vida que estava por começar, desilusões, perdas e até alegrias - era isso que esta música representava para mim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O  próprio álbum &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Ok Computer! &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt; foi a trilha sonora dominante neste período e coincidiu com muitas coisas que aconteciam em minha vida. O início da faculdade de Psicologia - uma tentativa desesperada de sair de si mesmo e de explorar outros mundos- foi acompanhada de diversas frustrações e disilusões. Nesta época entrei em contato com um livro que mudou toda minha visão de mundo: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;O mal-estar n&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;a civilização&lt;/span&gt;, de Freud, uma "pá de cal" em todo e qualquer ilusão de felicidade, o que de certa forma trata o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Ok &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Computer - &lt;/span&gt;um mundo onde o homem não tem mais o domínio de si e está fadado a ser refém daquilo que ele mesmo criou. Era um tempo de um pessimismo voraz, que só a análise me tirou depois.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZsp_6XmFI/AAAAAAAAAII/1qlyUcFg1VI/s320/ATgAAAAGAxCpQlbd7g_cfLZRox8J5VwIPysRSut8M73khSTmylui3aA6V0EJSBwTI-3vCNXdb5BD6swKsB3ygpPcUqv1AJtU9VABfOW2qHrmFwIt8P54l3Bdk4htBg.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325063078198876242" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este álbum, ao contrário do que muitos pensam, por ser altamente introspectivo e profundo, para mim não siginificava a "trilha sonora da fossa", pelo contrário, justamente por sua  complexidade e densidade emotiva, possibilitou-me sair de um enclausuramento sufocante e buscar outras saídas para o momento. Neste sentido, as músicas do Ok Computer executadas no show me levaram diretamente para esta época e foi dificil conter a emoção ao ouvir a música que considero a mais triste e angustiante do grupo inglês: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Exit Music (for a film)&lt;/span&gt;. A beleza com que foi interpretada por Thom Yorke, com aquele violão cadenciado que vai crescendo aos poucos, e o silêncio repentino da platéia após tentarem acompanhá-la com palmas causou arrepios. Fiquei hipnotizado, parado, acompanhando a explosão de cores que vinha do palco. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[Texto retomado em 15/04/2009]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZ4DwRyxXI/AAAAAAAAAJA/oEEeYGuBd0c/s320/ATgAAADT_dk-ydgvzuOzYToK1Eo-AEV6gJLAqvXtLwkb31h9MBqGP2QnHo9CAtxo96HfCef7-W-wAd0308TgqeSyW9GpAJtU9VA4ofcAlECFFiHE7AHN80a956sFow.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325075615306663282" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para minha felicidade eles tocaram várias do &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Ok Computer. Climbing Up the Walls &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;é assustadora  ao vivo. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Lucky&lt;/span&gt; era tudo o que eu esperava, uma das faixas preferidas do disco. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Paranoid Android&lt;/span&gt; nem precisa comentar que foi um dos pontos altos do show. Uma das músicas mais esperadas por todos, é simplesmente fantástica ao vivo. Mesmo não tendo tocado as minhas preferidas deste disco - &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;No Surprises e Let Down&lt;/span&gt; - não havia como achar ruim. Só tive que lamentar de não ter ido no show do Rio também, pois lá tocaram &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;No Surprises &lt;/span&gt;e &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;How to Disappear Completely - &lt;/span&gt;esta, a música que eu mais esperava. Porém eu entendo. Com o setlist que rolou, mais estas que citei seria overdose. E Thom Yorke sairia de lá de maca, pois seu esforço e competência surpreendem. Era visivel a forma como o vocalista se entrega no palco. Ali o rapaz &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;weird&lt;/span&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;and creep&lt;/span&gt; se transforma em arte bruta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZtZLwO9xI/AAAAAAAAAIQ/0xs3WJme31Y/s320/ATgAAAApQXa41bc2wPvagB3KSTagIB5nO_aFvVrMwfp7XAtH2vZcMQLN_auERPygMg1Gcaxoy3N2l3w8LKyAhFcfmPqLAJtU9VAIU9IsfR_0xSTj7miaSR4I0cI1Kg.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325063888831444754" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras tantas músicas desta banda me marcaram muito. Em &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Piramid Song&lt;/span&gt; eu fiquei estagnado. Não acreditava que estava tocando. Eu havia ficado o dia todo de espera com esta música na cabeça. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Videotape &lt;/span&gt;foi sublime, como eu imaginava. A esta hora as lágrimas já estavam secas no rosto, o que não duraria muito até que os primeiros acordes no violão de &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Fake Plastic Trees&lt;/span&gt; se iniciaram. Ai caiu a ficha. Ali, praticamente próximo do fim do show, eu saquei o que estava acontecendo. Era minha vida em flashes, eram aquelas cores "espirrando", caindo, ofuscando minha visão, o som puro e cristalino que vinha do palco, músicos totalmente dedicados e afinados, totalmente sintonizados. Era tudo ao mesmo tempo. Não sabia se cantava ou chorava (provavelmente os dois ao mesmo tempo). Depois disso eu já podia ir embora. Porém ainda havia &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Creep&lt;/span&gt;, num impensável 3º bis, um presente aos fãs mais antigos (e aquelas pessoas que só conheciam esta). Ali tudo se resumiu e terminou num tom apoteótico. Eu já não sentia mais nada. Cansado, quebrado, com fome e sede. E com um sorriso de criança que acabou de ver seus super-heróis, porém, na realidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZ5CO0za5I/AAAAAAAAAJY/bzeSkJXClPE/s1600-h/ATgAAADtEtVcyyGlK8SMGjE1uIqVMHTLTQmwqkJS_n3fXPWZdq5pC0zTD1BvkEwgki-sVmviXxvqsZRuD5heAgJz2JpjAJtU9VABvqGYn-FaO7KzgEcJFvlFJIYTcw.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZ5CO0za5I/AAAAAAAAAJY/bzeSkJXClPE/s320/ATgAAADtEtVcyyGlK8SMGjE1uIqVMHTLTQmwqkJS_n3fXPWZdq5pC0zTD1BvkEwgki-sVmviXxvqsZRuD5heAgJz2JpjAJtU9VABvqGYn-FaO7KzgEcJFvlFJIYTcw.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325076688658459538" /&gt;&lt;/a&gt;Sai deste show com várias certezas. As músicas do &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;In Rainbows&lt;/span&gt;, ainda muito "cruas" para mim (normal, demoro cerca de dois anos para absorver cada álbum do Radiohead) se tornaram totalmente palpáveis. Depois do show consegui compreender quase que totalmente sua sonoridade - me impressionei com &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Nude&lt;/span&gt; ao vivo, assim como &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Reckoner&lt;/span&gt;. A segunda certeza, a de que &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Ok Computer&lt;/span&gt; é o maior trabalho deles e será quase impossível superá-lo em genialidade. A terceira e última, que vi o melhor show de toda a minha vida, ao não ser que eles façam outro show melhor que esse, porém nenhuma outra banda conseguirá ter o efeito que teve sobre mim, justamente por ser a banda que mais admiro e que não me decepcionou em nada, pelo contrário, só me surpreendeu. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZ2Aj7b3UI/AAAAAAAAAIY/2-r82b7pafA/s400/ATgAAADYs-sk3PUYHmZ03Q_Dqs6TUBhNGZufolpJxabPQmw4khis1HGg1VlOWInIzBm0uFW-92oeLQ6TZMJXd2zy2X0bAJtU9VAwOPrI7BoYbtKIgDifXHze3GRR_w.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325073361428798786" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-5035031934087258779?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/5035031934087258779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/03/radiohead-sao-paulo-22-de-marco-de-2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/5035031934087258779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/5035031934087258779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/03/radiohead-sao-paulo-22-de-marco-de-2009.html' title='Radiohead São Paulo 22 de Março de 2009'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SeZ4oZPs6uI/AAAAAAAAAJI/mA__v1Hqrz4/s72-c/ingresso-radiohead-sao-paulo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-1128105411944980020</id><published>2009-03-01T20:38:00.009-03:00</published><updated>2009-03-01T22:31:38.230-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tom Waits'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: "Paixão Suicida" (2006)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SastX_c638I/AAAAAAAAAHQ/hyhHegDtscQ/s1600-h/19929_15.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 216px; height: 320px; " src="http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SastX_c638I/AAAAAAAAAHQ/hyhHegDtscQ/s320/19929_15.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308386475979235266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem busca o suicídio, aparentemente procura acabar com a dor e todo o sofrimento que implica o existir. Assim rompendo com a própria vida o suicída estaria procurando um estado melhor, ou buscando coisa alguma, apenas um alívio. Esta parecia ser a intenção do protagonista do filme "Paixão Suicida" (no título original, "Wristcutters", literalmente, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"cortadores de pulsos") quando decide morrer. Porém quando &lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Zia (Patrick Fugit) chega ao além, ou melhor, ao mundo dos suicidas, muita coisa parece não ter mudado. Arranja um trampo fodido, vai morar com um Austríaco chato, existe a polícia, uma tal organização que se assemelha ao Estado. Tudo muito parecido, porém pior. Todos que lá vivem são suicidas. Portanto não sorriem, tudo é praticamente cinzento e sem graça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos diante de um suposto "universo dos suicidas", composto por "loosers" e desajustados, pessoas que tiveram uma vida ordinária e que decidiram abrir mão dela para se sentirem melhores, porém a fuga do mundo real é fadada a um fracasso maior ainda. Ai está toda a graça deste belo indie movie americano. Como exemplar do cinema alternativo americano, o destaque está num enrendo original e bem construído, mantido por boas atuações. Referencias pop não faltam, a começar pela ótima participação de Tom Waits no filme. Pelo que eu já falei já valeria a pena ver o filme, porém o desenrolar é muito legal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em determinado momento Zia descobre que sua (ex?) namorada também se suicidou e portanto deve estar por lá também. Sabendo disto resolve ir atrás dela. Junto de seu amigo russo Eugene (Shea Whigham, muito bem caracterizado) partem para uma viagem praticamente sem rumo, pois eles não tem idéia de onde ela possa estar. A partir dai se inicia um road movie diferente. No caminho conhecem Mikal (a lindíssima Shannyn Sossamon), uma garota que diz estar ali por engano, e que pretende encontrar uma suposta organização que teria o controle sobre tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é realmente interessante - além deste enredo curiosíssimo - é a reflexão acerca de um tema pouco explorado, o suicídio, e ainda de maneira descontraída e satírica. Levando um pouco mais adiante, a abordagem por um tema que me agrada muito - a vida daqueles que não se "encaixam" ao &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;status quo&lt;/span&gt;, ao &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;stabilishment, &lt;/span&gt;enfim, ao modo &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;gauchè&lt;/span&gt; de ser. De certa forma todos os personagens ali en&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;contram a situação única de estar entre iguais. Quando viviam eram todos de certo modo marginais: drogados, deprimidos, pessoas que não suportavam se enquadrar em algum modo de vida aceitável e "normal". Só que ao morrerem, o suposto alívio e a busca por outra condição são frustrados. Portanto a angústia exestencial não se extinguiu, pelo contrário, se acentuou. O tema do suicídio com certeza não é novo, mas esta abordagem sim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que são abertos à novas visões e, de preferência, a uma outra visão que não aquela homoneigizante, romântica e idealizada sobre a vida que o cinema costuma trazer, onde a velha ideologia do &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;american life&lt;/span&gt;, do "seja feliz" predomina, é um puta filme. Nem tanto pelas qualidades cinematográficas, mas pela abordagem ousada e criativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SasusL__l6I/AAAAAAAAAHo/T4bfBwKKK8A/s200/19929_1.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 130px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308387922456582050" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Ficha Técnica:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Título: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;"Paixão Suicida" (&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Wristcutters: A Love Story, EUA/Inglaterra, 2006)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Gênero: &lt;/span&gt;Drama&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;/&lt;/span&gt;Comédia/Humor Negro?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Direção: &lt;/span&gt;Goran Dukic&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Roteiro: &lt;/span&gt;Goran Dukic, baseado no cont&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"Kneller's Happy Campers", de Etgar Keret&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Elenco: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; "&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Patrick%20Fugit.html" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Patrick Fugit (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Zia), &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Shannyn%20Sossamon.html" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Shannyn Sossamon&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; (Mikal), &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Shea%20Whigham.html" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Shea Whigham&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; (Eugene), &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Tom%20Waits.html" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Tom Waits (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Kneller), &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Will%20Arnett.html" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Will Arnett&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; (Messiah), &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.interfilmes.com/buscaperson.Leslie%20Bibb.html" style="text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Leslie Bibb (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Desiree)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Para quem gosta de: &lt;/span&gt;cinema alternativo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Pontos Altos: &lt;/span&gt;roteiro, atuações, trilha sonora, fotografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Pontos Baixos: &lt;/span&gt;nenhum&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Avaliação: &lt;/span&gt;9,5&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Trailer:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A42aLAjeV1A&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/A42aLAjeV1A&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-1128105411944980020?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/1128105411944980020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/03/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/1128105411944980020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/1128105411944980020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2009/03/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html' title='Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: &quot;Paixão Suicida&quot; (2006)'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SastX_c638I/AAAAAAAAAHQ/hyhHegDtscQ/s72-c/19929_15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-5683977297974657531</id><published>2008-10-03T01:00:00.005-03:00</published><updated>2008-11-13T23:13:38.261-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carissa&apos;s Wierd'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><title type='text'>Drugstore Bukowski Recomenda [Música]: "Carissa's Wierd"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Profusão de sentimentos. Vocais leves, sussurrando em seu ouvido. Guitarras acompanhando uma melodia suave, triste, indo em direção à mais doce melancolia. Seu pensamento vagando ao som de um violino que toca leve e que vai crescendo na medida que o som torna-se complexo. Sua alma já está entregue, viajando doida pelos meandros de cada detalhe da melodia que parece te completar. Seus pensamentos estão entre o extâse e a súbita caída dos acordes. Tudo tão perfeito, tudo tão sincronizado. Aquela doce melodia que você quis ouvir naquele momento mágico com a sua garota, eles já fizeram. Escolha qualquer música aleatóriamente, e ela será o seu tema de namoro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estou falando de uma banda que me impressionou desde o princípio, e até agora não consigo ouvir outra coisa. O som é bem melancólico, e eu nem estou triste, mas é tão bom ouvir suas melodias tão bem construídas que é dificil dar um juízo. &lt;strong&gt;Carissa's Wierd&lt;/strong&gt;, banda de Seattle, capital do rock do anos 90, e que não para de surpreender por sua cena local. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu nunca pensei que houvesse uma cena de bandas que fizessem um som mais elaborado, mais triste, muito além do que o grunge ou o pós-punk produzisse após os anos 90. E agora me deparo com uma banda muito sensível e sincronizada, com um tipo de som que ninguém mais faz. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sensibilidade, pureza, passando para um arranjo complexo, cheio de violinos e guitarras cadenciadas. Esse é o som do Carissa's Wierd. Sem mais comentários. Somente o som.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Video: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); text-decoration: underline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Arial; font-size: 10px; white-space: pre; "&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aJRZ80q204I&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/aJRZ80q204I&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Descarga: &lt;a href="http://www.mediafire.com/?nxyjnrxz0dc"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.mediafire.com/?nxyjnrxz0dc"&gt;http://www.mediafire.com/?nxyjnrxz0dc&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-5683977297974657531?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/5683977297974657531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/10/profuso-de-sentimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/5683977297974657531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/5683977297974657531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/10/profuso-de-sentimentos.html' title='Drugstore Bukowski Recomenda [Música]: &quot;Carissa&apos;s Wierd&quot;'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-6579166641115585637</id><published>2008-09-10T00:56:00.004-03:00</published><updated>2008-09-10T02:20:19.068-03:00</updated><title type='text'>O que realmente somos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SMdY0cgxQFI/AAAAAAAAAFE/BjtArPrEmm0/s1600-h/3959_03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244257949126312018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SMdY0cgxQFI/AAAAAAAAAFE/BjtArPrEmm0/s320/3959_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Até que ponto somos responsáveis pelos nossos atos? Em que medida somos capazes de ter consciência e senso crítico sobre nossos atos e comportamentos? Foram estas questões que ficaram martelando em minha mente ao assistir o filme "Um Crime Americano (An American Crime, EUA, 2007)".&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir de uma história que de início poderia ser de qualquer família pobre americana nos anos 60, se desenrola um passeio pelo assustador e ao mesmo sutil mundo familiar visto no limite entre o que poderia ser a "normalidade" e a patologia em sua essência bruta. É melhor começar pela história do filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trata-se da história real da família de Gertrude Baniszewski (Catherine Keener), uma passadeira pobre que faz de tudo (e mais um pouco) para sustentar seus sete filhos. Gertrude se oferece para cuidar de duas meninas cujos pais vivem em feiras pelo país e que precisavam deixá-las com alguém. Por 20 doláres por semana, Sylvia (Elen Page) e Jennie são deixadas com Gertrude (que queria somente ampliar o orçamento familiar). O que se desenrola a partir dai é a construção de um complexo jogo de poder que relaciona os personagens e que chega as raias da perversão e da loucura. Como uma família, como qualquer outra da época, estabelece uma relação de escravidão e tortura como aquela? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sylvia aos poucos vai sendo maltratada e castigada por intrigas entre as filhas e mais tarde por simplesmente existir. Gertrude parece ter escolhido o "bode expiatório", a depositária de toda a sua maldita e porca existência. Até aí é possível acompanhar um personagem cujo perfil psicológico é doentio e perverso. O que começa a chocar é a conveniência, a aceitação passiva e em até certo ponto, a colaboração de todos na desgraça de Sylvia. Sejam as filhas que assistem a tudo terrorizadas, seja a irmã mais nova que mais apavorada ainda fica imóvel frente a tudo, seja os vizinhos que escutam a todas as formas de torturas e gritos sem querer "se meter com isso".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em algum momento me lembrei de uma peça de teatro magnífica que assisti do Grupo Espanca! de Belo Horizonte. Chamava-se "Amores Surdos" e trazia uma visão ultra-cotidiana de uma família. Através de uma metáfora genial, a peça trazia uma cena em que a família descobria que o filho mais novo "criava" um rinoceronte sem ninguém perceber. Até que um dia a sujeira era tanta que começou a transbordar e todos se deram conta do que se passava. "Toda família esconde um rinoceronte" - dizia a mãe da família. Eu fiquei pensando muito nisto. Em todas as esquizetices e coisas estranhas que toda família tem o esforço em manter escondidas. Geralmente são pequenas coisas, uma briga que acabou mal, um monte de lixo na lavanderia, um cachorro sarnento que ninguém vê, um pai alcóolatra que ninguém aceita ser; coisas desse tipo. Como na peça, o rinoceronte era pequenininho e bonito, mas teria que ir embora. O garoto não quis e o guardou. Ele cresceu, cresceu, até que toda a sujeira transbordou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quantas coisas acontecem nos porões de tantas famílias que são negadas, abnegadas, recusadas a serem expostas. As vezes são pequenas caquinhas. Algumas outras podem ser verdadeiras barbáries. Crianças que caem de janelas de prédios. Crianças que são mantidas em porões pelos próprios pais. Será por que é tão dificil pensar que um pai é capaz de torturar a própria filha, ou de abusar dela, que não conseguimos acreditar que isso aconteça? Estas pessoas precisam estar totalmente foras de si para cometer os atos que cometem? É isso que me intriga. Não me importo com um certo homem se dizer a reencarnação de Cristo, mas sim com os que acreditam fielmente e o seguem. Assim como aquelas crianças de "Um Crime Americano". Gertrude e toda sua desgraça não me surpreende. O que choca é ver que o limite entre a inocência e a perversão é muito tênue. Sim, eles já foram aquele "bolinho de carne perverso polimorfo" - como descreveu Freud, mas não a perversão em si que encomoda. É como ela se estrutura. Sozinha ela é um crime, uma patologia aos olhos da sociedade neurótica que a teme e a deseja ao mesmo tempo. Estruturada socialmente, ela torna-se a bárbarie.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu raciocínio levou a uma questão próxima. Ao senso crítico que o homem tem de seus atos. Ou melhor, o quanto ele pode ter noção do que significam seus atos e a consequência destes para si e para os outros. Penso não somente neste caso extremo do filme. Mas em diversas situações. Pais que têm filhos somente por obrigação, seja interna ou por pressões diversas externas. Filhos rejeitados sem saber ao menos o por quê. Atos inconsequentes passados em branco por aqueles que fazem. Todos erram, todos cometem atos impensados. Mas não ter o mínimo de reconhecimento sobre o que se fez ou não se responsabilizar, ou pior, ver tudo acontecer e nada fazer? Até que pontos assumimos nosso papel real em nossas vidas e no mundo onde vivemos? As vezes somente os extremos e a "sujeira transbordando" que nos fazem tomar consciência do que realmente somos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Trilha Sonora: The Cure "The Cure" (2004); Devastations "Coal" (2006).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-6579166641115585637?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/6579166641115585637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/09/o-que-realmente-somos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/6579166641115585637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/6579166641115585637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/09/o-que-realmente-somos.html' title='O que realmente somos?'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SMdY0cgxQFI/AAAAAAAAAFE/BjtArPrEmm0/s72-c/3959_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-4445071422262194664</id><published>2008-08-07T13:12:00.012-03:00</published><updated>2008-08-13T23:45:52.839-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Drugstore Bukowsky Recomenda [Cinema]: "O Escafandro e a Borboleta" (2007)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SJsiTX1t_oI/AAAAAAAAAEk/7_oTBNlH7TI/s1600-h/DivingBellButterflyMP.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231813108333149826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SJsiTX1t_oI/AAAAAAAAAEk/7_oTBNlH7TI/s320/DivingBellButterflyMP.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Como seria viver totalmente enclausurado dentro de si, tendo como único contato com o mundo exterior somente um dos olhos?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta é a singular história que é belíssimamente contada neste filme baseado no livro de memórias (de mesmo título) do francês Jean-Dominique Bauby.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sempre imaginamos que temos toda uma vida pela frente, que existem inúmeras oportunidades de escolhas e caminhos possíveis. E sempre tendemos a aproveitar um mínimo possível. Pode parecer clichê. E realmente é, pois há muitos filmes que exploram este fato da vida humana: a de que exploramos muito pouco nossa capacidade de viver de diferentes formas e que acabamos por nos conformar com a vida assim como se apresenta da maneira mais fácil a nós. Seja através de livros de auto-ajuda ou do recente sucesso da internet da "Aula Magna" do professor que irá morrer de câncer, este é um tema batido mas que parece aquele tipo de assunto que precisa ser constantemente relembrado para as pessoas pensarem novamente: "como eu não vivo a minha vida plenamente!". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora que denunciei o clichê, vamos ao que interessa. Este filme (sobre o livro não posso falar nada) consegue contornar muito bem o clichê e trazer uma visão diferente do assunto. Isso se dá através de uma fotografia e edição perfeitas e uma linguagem poética que fascina desde o início. Os franceses sabem como ninguém lidar com uma história dessa sem cair no pedantismo ou na glorificação da desgraça alheia e exploração sentimental (que o cinema americano tanto abusa). Aliás quase tudo que envolve uma história triste vira manipulação de emoções no cinema atual. Já aqui isto é evitado através do que citei: da forma como a narrativa é conduzida pelo protagonista, de uma maneira extremamente realista, o que parece passar o ponto de vista de quem realmente passou por aquilo, e pelas qualidades técnicas do filme (fotografia lindissima; a trilha sonora complementa muito bem as imagens sem tentar "induzir" emoções; atuações magníficas dos atores).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme já começa com um "mergulho" na alma do protagonista e digo que esta experiência chega a ser sufocante. Isto se dá através da utilização da visão do protagonista através das câmeras, demonstrando ao espectador como seria enxergar o mundo como ele. Isto é genial. Não é nada fácil se passar pelo outro e tentar viver sua experiência subjetiva como se fosse a tua realidade. Só por este feito o filme vale a pena, isso para quem está disposto a fugir da tendência atual a se evitar todo e qualquer sofrimento. Este filme é só para aqueles que toparem a encomôda viagem ao mundo estagnante do personagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231857960176059362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SJtLGF-YA-I/AAAAAAAAAEs/_UHummb3Kto/s400/lescaphan_f01cor_2007110315.jpg" border="0" /&gt; Altamente reflexivo e poético, a história nos conduz a um dilema que dificilmente conseguiriámos imaginar e uma posição igualmente complicada de se colocar: como é viver sem movimento algum? Como seria depender totalmente de outras pessoas para fazer as tarefas mais básicas? E pior, ver a vida (dos outros, diga-se de passagem) passar como um filme infinito, visto com o mínimo de ângulo possível? Utilizando-se de uma metáfora pobre, seria como se olhassemos pela fechadura de uma porta a vida acontecer. Só que isso seria assim até o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SKOQ7HguZ5I/AAAAAAAAAE0/E1ev3Pu6Vwk/s1600-h/escafandro-e-a-borboleta02.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SKOa3m_QkeI/AAAAAAAAAE8/e60x3PfpMgI/s1600-h/escafandro-e-a-borboleta02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234197472084005346" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SKOa3m_QkeI/AAAAAAAAAE8/e60x3PfpMgI/s200/escafandro-e-a-borboleta02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ficha Técnica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Título:&lt;/strong&gt; "O Escafandro e a Borboleta"(Le Scaphandre et le Papillon, França/EUA, 2007).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gênero:&lt;/strong&gt; Drama &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 112 minutos&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Julian Schnabel&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Roteiro:&lt;/strong&gt; Ronald Harwood, baseado em livro de Jean-Dominique Bauby&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Kathleen Kennedy e Jon Kilik&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Mathieu Amalric (Jean-Dominique Bauby), Emmanuelle Seigner (Céline Desmoulins), Marie-Josée Croze (Henriette Durand), Anne Consigny (Claude), Patrick Chesnais (Dr. Lepage), Niels Arestrup (Roussin), Olatz Lopez Garmendia (Marie Lopez), Jean-Pierre Cassel (Lucien / Vendeur Lourdes), Marina Hands (Joséphine), Max von Sydow(Papinou), Isaach De Bankolé (Laurent), Emma de Caunes (Imperatriz Eugénie), Jean-Philippe Écoffrey (Dr. Mercier), Nicolas Le Riche (Nijinski), Lenny Kravitz (Lenny Kravitz), Michael Wincott (Michael Wincott). &lt;strong&gt;Para quem gosta de:&lt;/strong&gt; filmes introspectivos, dramas pessoais. &lt;strong&gt;Pontos Altos: &lt;/strong&gt;fotografia; roteiro; narrativa em primeira pessoa; atuações dos atores. &lt;strong&gt;Pontos Baixos: &lt;/strong&gt;não encontrei algum. &lt;strong&gt;Avaliação: &lt;/strong&gt;9,0&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Trailer:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/N4yY1yedPEc&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/N4yY1yedPEc&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-4445071422262194664?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/4445071422262194664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/08/drugstore-bukowsky-recomenda-cinema-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/4445071422262194664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/4445071422262194664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/08/drugstore-bukowsky-recomenda-cinema-o.html' title='Drugstore Bukowsky Recomenda [Cinema]: &quot;O Escafandro e a Borboleta&quot; (2007)'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_N5nurU59Wnc/SJsiTX1t_oI/AAAAAAAAAEk/7_oTBNlH7TI/s72-c/DivingBellButterflyMP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-162816756581467774</id><published>2008-06-25T00:43:00.005-03:00</published><updated>2008-06-25T01:50:11.155-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Radiohead'/><title type='text'>How to Disappear Completely</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 248px; CURSOR: hand" height="285" alt="" src="http://www.finkennedy.co.uk/Images/disappear2.jpg" border="0" /&gt;Mesmo depois de dez anos de "fã" do Radiohead, o quinteto de Oxford continua me surpreendendo. E me inspirando. Não trata-se do "In Rainbows", último disco dos caras que não deixou de me fascinar (principalmente o disco II, da caixinha que já é a minha relíquia).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje eu já estava indo dormir e resolvi dar uma última "fuçada" no Orkut. E na comunidade "Radiohead Brasil" encontrei a dica de um texto de "O Globo" em que um jornalista, num tom extremamente emocionado relata um show que assistiu do Radiohead em Paris. O tom exagerado só vale para não-fãs, por que quem conhece a acompanha a banda, como é o meu caso, entende muito bem a profusão de sentimentos que Thom Yorke e Cia. consegue provocar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No fim da reportagem encontro um video do Youtube com uma versão ao vivo de "How to Disappear Completely", e novamente esta música consegue me tocar, e de uma forma diferente. trata-se da melhor versão ao vivo que já ouvi da música (uma apresentação ao vivo da banda gravada em Paris pelo Canal+).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já ouvi muito essa música, ela fez parte de muitos momentos de minha vida. Repleta de angústia, de um sentimento de perdição, de entrega ao obscuro, de uma ida ao inferno. Parece que a voz de Thom Yorke vagueia pelos meandros mais perdidos de sua alma procurando refúgio, um lugar seguro. E só encontra a ausência. Encontra o nada. "Eu não estou aqui, isto não está acontecendo". É um pesadelo, um encontro inevitável com o Real.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez li em algum site que a música teria sido composta após um pesadelo que Thom teve e, ao acordar sobressaltado, resolveu escrever. É o que parece mesmo, uma viagem ao inconsciente, desalodora e infinita. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O começo com um violão quase repetitivo, calmo e cadente, e logo um teclado que inicia baixo e sinistro, que vai crescendo conforme a melodia se desenvolve. De repente surge um arranjo (acho que e guitarra) que se repete em um espaço de tempo determinado que confere um clima assustador - e que faz com que o ouvinte espere que se repita novamente. Tudo muito estranho, inquietante e avassalador. Quem não é acostumado com o estilo do Radiohead facilmente rotula como uma canção "depressiva", angustiante. E é, mas muito mais do que isso. É inominável os sentimentos que são trazidos à tona por esta música.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um caminho rumo ao inferno, mas é um caminho necessário. É o mergulho rumo ao interior de si, algo que poucos se arriscam nos dias atuais. Em uma época em que tudo o que represente dor e profundidade são afastados viemente, evitados e abnegados para uma falsa felicidade buscada a qualquer momento e qualquer custo, uma viagem tão contudente é simplesmente taxada de "deprimente".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"How to Disappear Completely" leva a um contato muito íntimo com aquilo que talvez mais te encomode: aos seus sentimentos mais pertubadores e intrincados, ao encontro com a parte de si que se postulou evitá-la, e que nunca deixará de emergir, só que de outras formas mais distorcidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Video:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Eq9t2FFh6LA&amp;amp;hl=en&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Eq9t2FFh6LA&amp;hl=en&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-162816756581467774?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/162816756581467774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/how-to-disappear-completely.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/162816756581467774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/162816756581467774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/how-to-disappear-completely.html' title='How to Disappear Completely'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-3377373499384168906</id><published>2008-06-12T11:23:00.015-03:00</published><updated>2008-06-12T14:48:58.486-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: "Runnig with Scissors" (2006)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFE1b7UjvAI/AAAAAAAAADk/n1-wGvKUkEA/s1600-h/Running_with_scissors_(2006).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211004997741034498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFE1b7UjvAI/AAAAAAAAADk/n1-wGvKUkEA/s320/Running_with_scissors_(2006).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "Se alguma vez você pensou por que nasceu em uma família como a sua, o melhor é relaxar e agradecer que Burroughs não seja seu sobrenome". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim é a chamada para o filme que está na programação da HBO neste mês e que eu assisti esses dias. Trata-se de uma história real do jovem Augusten Burroughs, contada em um livro auto-biográfico com o mesmo título do filme. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história se passa nos anos 70, Augusten (interpretado pelo novato Joseph Cross, que fez algumas aparições em "Smallville" e "Third Watch") é um adolescente homossexual cujo pai é um professor alcóolatra (Alec Baldwin, em uma interpretação consistente) e a mãe uma escritora frustrada que caminha para a loucura (interpretada magisltralmente pela ótima Anette Bening, de "Beleza Americana"). Após se separarem, sua mãe o entrega ao seu psiquiatra, Dr. Finch, um pirado que ao invés de curá-la, parece ter induzido-a ao surto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Augusten é obrigado então a viver com a excêntrica família do Dr. Finch, pois sua mãe está cada vez mais distante do mundo, e não o quer por perto, assim como seu pai esquece totalmente dele. A família Finch é uma história a parte. Augusten logo se identifica com Natalie, a filha rebelde interpretada pela maravilhosa Evan Rachel Wood (de "Aos Treze"). Moram ainda na casa a catatônica esposa Agnes e a beata Hope (na insonsa interpretação de Gwyneth Paltrow - aquela mesma que "roubou" o Oscar de Fernanda Montegro). Completam o time o esquisitão esquizofrênico Neil Bookman, interpretado muito bem por Joseph Fiennes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trata-se de um dramalhão com pitadas de humor negro, razão talvez pelo fracasso nas bilheterias americanas (fato que impediu o lançamento no Brasil no cinema, indo direto para Dvd). Eu não sabia nada do filme, e portanto assisti da melhor forma possível, sem pré-conceitos, e me surpreendi ao ver as críticas negativas em sites de cinema. Embora todas de fãs de cinema e não de críticos realmente - não que eu vá muito com a lata desses críticos. A questão é que é um filme bom, cujo enredo se sustenta no bizarro e no surreal, o que talvez dificultou a apreciação por alguns.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A direção é do estreante Ryan Murphy, que dirigiu alguns capítulos de Nip/Tuck. Quem já assistiu a série pode ter uma idéia de como o diretor lida com a realidade, marcada pelo exagero. Este excesso do filme é justamente o que leva à reflexões, pelo menos para mim. Quem é fã de Tarantino e Almodovar (como eu), dentre outros, diretores que pintam seus filmes com cores fortes, sabe do que estou falando. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFFCgklnngI/AAAAAAAAAD0/-WWQ91xqY-g/s1600-h/medium_runningwithscissors_18.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211019371189083650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="174" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFFCgklnngI/AAAAAAAAAD0/-WWQ91xqY-g/s320/medium_runningwithscissors_18.jpg" width="276" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Neste filme é a família que surge como tema central. Que influências pode ter a criação e a nossa convivência com nossos pais? Até onde nossas trajetórias não são guiadas pela bagagem que adquirimos no decorrer da infância? São essas questões que aparecem no filme de forma brilhante, através do surreal das relações dos personagens, principalmente entre Augusten e Natalie, os personagens que não se conformam com o meio que vivem (juntamente com o doidão Neil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podem parecer bizarras mesmo algumas cenas do filme (como a que Dr. Finch acorda a família para verem seu "cocô", que segundo ele era uma mensagem divina), porém se olhar pelo viés da psicose, muitas cenas tornam-se verossímeis. Quem já teve contato com um psicótico tem noção da tragédia que é a vida dessas pessoas condenadas a não participarem do mesmo mundo simbólico da maioria. Neste contexto, muitas cenas que a primeira vista é para serem engraçadas, são muito tristes. As cenas de humor servem no filme para dar uma "quebrada" no gelo, pois a vida de Augusten não é nada fácil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Augusten e Natalie parecem questionar: quem poderemos ser vivendo no meio desta loucura toda? Natalie queria fazer faculdade, mas seu pai gastou o dinheiro para pagar dívidas. Sua mãe vive para servir as loucuras do Dr. Finch. Hope também convive com o &lt;em&gt;status quo &lt;/em&gt;psicótico, abrindo mão de sua vida e sendo mais uma sombra de Dr. Finch. Neil traz a tona o paradoxo do Pai para a psicose: o ama, assim como quer matá-lo (fato que Dr. Finch parece ter aprendido muito bem com a psicanálise escrota que ele pratica, ao afastar Neil de sua casa, temendo por sua vida).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste desfiladeiro de personages vivendo no limite entre a razão e a loucura que o filme se constrói, trazendo a tona os segredos e esconderijos morais que uma família pode guardar. Quem sou eu além do que minha família permitiu que eu fosse? A questão do abandono, tão presente no Brasil, surge ai como um paradigma: Augusten e Natalie buscam a todo custo serem alguém diferente de suas famílias, e isto é possível? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFFMbpR_MJI/AAAAAAAAAEU/UeODqlznZKE/s1600-h/320_running_with_scissors-005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211030281665851538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFFMbpR_MJI/AAAAAAAAAEU/UeODqlznZKE/s320/320_running_with_scissors-005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Ficha Técnica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título:&lt;/strong&gt; "Correndo com Tesouras" ("Running with Scissors", Eua, 2006)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gênero:&lt;/strong&gt; Drama&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 116 min.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Ryan Murphy&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Annette Bening (Deirdre Burroughs),Brian Cox (Dr. Finch), Joseph Fiennes (Neil Bookman),Evan Rachel Wood (Natalie Finch), Alec Baldwin (Norman Burroughs), Joseph Cross (Augusten Burroughs), Jill Clayburgh (Agnes Finch), Gwyneth Paltrow (Hope Finch).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Roteiro:&lt;/strong&gt; Ryan Murphy, baseado em livro de Augusten Burroughs&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Dede Gardner, Brad Grey, Matt Kennedy, Ryan Murphy e Brad Pitt&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Para quem gostou de:&lt;/strong&gt; "Os Excêntricos Tenenbaums", "Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Destaques:&lt;/strong&gt; Anette Bening, Evan Rachel Wood, Brian Cox e Alec Baldwin&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pontos Altos: &lt;/strong&gt;trilha sonora, atuação dos atores, roteiro, bizarrices, carga emocional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pontos Baixos: &lt;/strong&gt;Gwyneth Paltrow, uma atriz sempre sem sal; a fotografia poderia ser melhor trabalhada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Avaliação:&lt;/strong&gt; 8,5&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Trailer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gzkkWJUD3SE&amp;amp;hl=en&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gzkkWJUD3SE&amp;hl=en&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-3377373499384168906?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/3377373499384168906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/3377373499384168906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/3377373499384168906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/drugstore-bukowski-recomenda-cinema.html' title='Drugstore Bukowski Recomenda [Cinema]: &quot;Runnig with Scissors&quot; (2006)'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFE1b7UjvAI/AAAAAAAAADk/n1-wGvKUkEA/s72-c/Running_with_scissors_(2006).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-5772838463922611667</id><published>2008-06-12T01:13:00.004-03:00</published><updated>2008-06-12T01:21:22.738-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teatro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divulgação'/><title type='text'>Divulgação: Pedro, Porcos e Putas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Companhia Subjétil&lt;/strong&gt; apresenta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PEDRO, PORCO E PUTAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Roteiro e Direção: Darlei Fernandes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com Vida Santos, Patricia Cipriano, Lucas Buchile, Juliana Souza, Vanessa Benke e Rafael di Lara&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Local: Teatro Novelas Curitibanas, Rua Presidente Carlos Cavalcantti, 1222 Fone: +55 41 3321-3358.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Única Apresentação dia 05 de Julho às 21H - &lt;strong&gt;ENTRADA FRANCA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“A tragédia no palco não me basta mais, vou transportá-la para a minha vida” (Artaud). Vamos, assim, em busca do Teatro Subjétil, onde o corpo não é corpo, o objeto não é objeto, mas corpo e objeto são corpo e objeto. Onde a visibilidade cênica, o elemento da representação, o sujeito e o objeto são, em suma, subjétil...(dARLEI fERNANDES)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Madonna, o hip hop e a heterossexualidade são contrarevolucionários...Porco, puta! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-5772838463922611667?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/5772838463922611667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/divulgao-pedro-porcos-e-putas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/5772838463922611667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/5772838463922611667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/divulgao-pedro-porcos-e-putas.html' title='Divulgação: Pedro, Porcos e Putas'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-9132688106822868828</id><published>2008-06-11T23:02:00.013-03:00</published><updated>2008-06-12T13:42:11.655-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Silversun Pickups'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drugstore Bukowski Recomenda'/><title type='text'>Drugstore Bukowski Recomenda [Música]: Silversun Pickups</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.eskimo.com/~nanook/gallery/albums/userpics/10001/Silversun-pickups.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 244px; CURSOR: hand; HEIGHT: 254px" height="278" alt="" src="http://www.eskimo.com/~nanook/gallery/albums/userpics/10001/Silversun-pickups.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Deparei-me com esta banda em 2007, fuçando o site do &lt;a href="http://indienation.blogspot.com/" target="new"&gt;Indienation&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro disco deles, "Carnavas" (2006), foi eleito pelo site como melhor do ano. Não que sites especializados como o indienation sejam referência obrigatória para bandas que realmente interessam, pois num mundo cada vez mais homogeneizado como o atual, tende-se a criar a nova sensação do rock a cada dia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas para a minha surpresa acabei curtindo de cara o som da banda. Pra começar me chamou atenção as influências mais óbvias da banda: Sonic Youth e Smashing Pumpkins, duas das bandas mais criativas dos anos 90, e também duas das minhas prediletas. E não é que o som deles parece justamente a junção destas duas bandas? Se acrescentar um vocal meio andrógino, como do Placebo por exemplo, tem-se o som deles.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tirando a mistureba que descrevi, vale a pena conferir o som. Guitarras distorcidas na medida, bateria alucinada e a sobreposição dos vocais completando. Além de uma linha de baixo ótima. Além do "Carnavas" de 2006, há o Ep "Pikul" de 2005, muito bom também, porém é no álbum que todas suas facetas são demonstradas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFCK1QJ4o4I/AAAAAAAAADU/Ai57hoKv_Zw/s1600-h/silversun-pickups-album-060426.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210817416341791618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="158" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFCK1QJ4o4I/AAAAAAAAADU/Ai57hoKv_Zw/s200/silversun-pickups-album-060426.jpg" width="157" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Silversun Pickups - "Pikul" (2005)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Local: Eua&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pra quem curte: Smashing Pumpkins, Sonic Youth, guitarras distorcidas com melodia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Destaques: Kissing Families, The Fuzz, All the Go Inbetweens, Sci-fi Lullaby.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nota: 9,0. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://rapidshare.com/files/37763746/Pikul.rar.html" target="new"&gt;Descarga&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFCNmVZK5zI/AAAAAAAAADc/2Hzsdn_6SUM/s1600-h/51BGWQS64QL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210820458584926002" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px" height="179" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFCNmVZK5zI/AAAAAAAAADc/2Hzsdn_6SUM/s200/51BGWQS64QL.jpg" width="177" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Silversun Pickups - "Carnavas" (2006)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Destaques: Todas. As preferidas: Common Reactor, Melatonin, Lazy Eye.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nota: 10,0 (clássico)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://rapidshare.com/files/12059945/silversun-carnavas.zip.html" target="new"&gt;Descarga&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Video: Lazy Eye, do álbum "Carnavas" (2006)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/z-mxBDuRaZ8&amp;amp;hl=en&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/z-mxBDuRaZ8&amp;hl=en&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-9132688106822868828?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/9132688106822868828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/drugstore-bukowski-recomenda-silversun.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/9132688106822868828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/9132688106822868828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/06/drugstore-bukowski-recomenda-silversun.html' title='Drugstore Bukowski Recomenda [Música]: Silversun Pickups'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_N5nurU59Wnc/SFCK1QJ4o4I/AAAAAAAAADU/Ai57hoKv_Zw/s72-c/silversun-pickups-album-060426.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-3435342468344151074</id><published>2008-05-21T22:55:00.004-03:00</published><updated>2008-05-21T23:20:47.081-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Metallica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Listas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Radiohead'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Belle and Sebastian'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Patti Smith'/><title type='text'>Listas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Postei ao lado uma lista com meus discos preferidos. Complicado fazer listas, pois não é possível abarcar tudo o que você entende como essencial, e muita coisa fica de fora ou comete-se injustiças. A intenção é de apontar alguns álbuns que marcaram minha vida de alguma forma. Não os considero os melhores de todos os tempos, ou de suas épocas, mas apenas aqueles que eu ouvi muito, viciei, ou que de alguma forma foram importantes para mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu adoro listas, pois é muito dificil definir o que é prioridade e o que não é. Além de que música tem todo aquele lançe de momento, de trilhas sonoras atuais - como chamo, e isso está em constante mudança. As vezes em um dia apenas eu passo por vários discos preferidos do dia. Estes da lista ao lado já foram muitas vezes "o disco do dia", sendo que alguns "disco do mês", ou mesmo discos que marcaram uma época inteira, como o "Ok Computer" do Radiohead ou o "Master of Puppets" do Metallica. Sons que me acompanharam por tempos e tempos, que depois de esquecidos, em algum dia voltam a tona, com toda carga de emoção que provocaram na época.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Momentos deliciosos, momentos nem tanto, o que interessa é que foram a trilha sonora predominante e que de alguma forma falam sobre eu e minha trajetória.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ouvindo: "Horses" - Patti Smith; "Dear Catastrophe Waitress" - Belle &amp;amp; Sebastian.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-3435342468344151074?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/3435342468344151074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/05/listas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/3435342468344151074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/3435342468344151074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/05/listas.html' title='Listas'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3746239514638188627.post-2884886847195587661</id><published>2008-05-16T11:36:00.008-03:00</published><updated>2008-05-21T21:28:18.938-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doves'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pink Floyd'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Barra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modest Mouse'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Radiohead'/><title type='text'>Esperando o fim chegar - Parte I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ontem estava eu em mais uma Sessão Etílica Psicanalítica, juntamente com Márcia e Alexandre, na sub-sede Gata Comeu. Entrou em pauta uma viagem dos dois de que naquele dia cairia um meteoro justamente em Curitiba. Eu ainda comentei que seria uma boa cidade para cair um meteroro, pois sua ausência não seria muito sentida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passamos então a imaginar como esperaríamos este momento: o derradeiro fim. Alexandre ainda comentou: "não se preocupe, você não iria sentir nada". Concordo. Fiquei então imaginando como eu esperaria pelo fim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passo então a imaginar como seriam as últimas horas. Eu reuniria todas as pessoas de quem mais gosto, que mais sinto prazer em estar com elas. Iríamos a &lt;a href="http://contosneuroticos.blogspot.com/2005/07/buclica-barra_21.html" target="_blank"&gt;Bucólica Barra do Saí&lt;/a&gt;, lugar que eu passei muitos momentos felizes, muitas viagens, muitos porres, muitas ressacas... enfim, o lugar em que eu gostaria de terminar meus dias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Iria rolar o maior churras! Muitas carnes de diversos cortes, as minhas cervejas preferidas (Guiness, Eisenbahn Pale Ale, Brahma Exta, Xingu, etc.), vodkas e whiskys e claro, o Nobre Tubão, carinhosamente preparado por mim. Todos conversando e bebendo, e logicamente, ouvindo o melhor da bagaceira! As clássicas "Marvada Pinga", "Boate Azul", "Dama de Vermelho", "Som de Cristal", "Fio de Cabelo" e por ai vai. Alguns sambas de Bezerra da Silva, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho; um bom e velhor rock'n roll com AC/DC, Metallica, Nirvana, Led Zeppelin, Black Sabbath, todas bandas que marcaram minha adolescência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nessas últimas horas só gostaria de ouvir músicas que me fazem bem, me deixam alegre, que lembrem momentos de descontração, de histórias engraçadas, de reuniões históricas. Acredito ter dedicado muito de minha vida à ouvir músicas densas e profundas. Nestes momentos eu gostaria apenas de contemplar a vida, de curtir seus últimos instantes se divertindo, com as músicas que marcaram minha vida e com as pessoas que compartilharam comigo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após o Banquete Hedonista, gostaria de levar todos a sacada, onde nos instalaríamos confortavelmente, com o céu como teto, e o mar como horizonte. Esperaríamos o último pôr-do-sol em uma tarde de outono na Barra. Muitas cervejas, conversas, lembranças agradáveis, experiências doidas, alegrias, algumas tristezas. Para essa última parte gostaria de fazer um playlist com canções que me fazem sentir de bem com a vida, que instigam a aproveitá-la, a extrair de toda a tristeza que há por ai, alguns minutos de paz e felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começaria com a linda &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=xb-Nacm-pKc" target="_blank"&gt;"Learning to Fly"&lt;/a&gt;, do mais que fodástico Pink Floyd. Canção que já embalou várias viagens etílicas na saudosa Barra, e que metafóricamente nos faz querer voar. Seguindo pelo Floyd, &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=zlY-JlE5ZCo" target="_blank"&gt;"Us and Them"&lt;/a&gt;, muitas vezes trilha sonora na Barra juntamente com todo o clássico The Dark Side of the Moon (aliás, talvez se desse tempo, esse deveria tocar inteiro!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não poderia faltar um Radiohead. Escolheria a que eu acho mais feliz deles: &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=NCPDiEz-GcE" target="_blank"&gt;"High and Dry"&lt;/a&gt;.  Acho que passaria ainda pela deliciosa &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=NA-Ha0rXbX0" target="_blank"&gt;"The Bends"&lt;/a&gt; e terminaria a série Radiohead com a chapante nova do In Rainbows &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=JgIzFsyK1AU" target="_blank"&gt;"House of Cards"&lt;/a&gt;, que como um cara na comunidade do Radiohead definiu: "parece que você está ouvindo Jack Jonhson, só que cheirando benzina". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seguindo na euforia, a próxima seria a ultra viajante do Doves &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=CRODW8Vh-MQ" target="_blank"&gt;"There Goes the Fear"&lt;/a&gt;, música empolgante, cheia de nuances e refrões magnifícos. Para continuar a "onda", não poderia faltar o ótimo Modest Mouse. Não tem como não se empolgar com &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=HLkC8l3nJro" target="_blank"&gt;"Float On"&lt;/a&gt;, para mim, a música mais feliz que já ouvi. Tocaria ainda a deliciosa &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wf_zKPyamsM" target="_blank"&gt;"Third Planet"&lt;/a&gt;, e a nostalgica &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8crIHgjG1_I"target="_blank"&gt;"Gravity Rides Everything&lt;/a&gt;. Para fechar essa sequência mágica do M.M., a singela e bela &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FNxa9pFwimk"target="_blank"&gt;"The World at Large"&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este tópico já está longo demais. Continuarei a apresentar a trilha sonora desse hipotético e fatídico dia em outro post.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3746239514638188627-2884886847195587661?l=drugstorebukowski.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/feeds/2884886847195587661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/05/esperando-o-fim-chegar-parte-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/2884886847195587661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3746239514638188627/posts/default/2884886847195587661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://drugstorebukowski.blogspot.com/2008/05/esperando-o-fim-chegar-parte-i.html' title='Esperando o fim chegar - Parte I'/><author><name>Luizfst</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05918426150092150425</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='14' src='http://www.math.sfu.ca/~lunney/images/android.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
